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Crítica: Robin Hood (Robin dos Bosques)

Quinta-feira, 2 de Setembro, 2010


Sinopse: A história do herói cuja bravura perdurou na mitologia popular incendiando a imaginação daqueles que partilham do seu espírito de aventura e justiça. Na Inglaterra do século XIII, Robin e o seu grupo de saqueadores combatem a corrupção numa pequena cidade desafiando a Coroa a rectificar o balanço de poder entre o Rei e os seus subordinados. Tendo como aliada uma mulher determinada, Lady Marian, um homem de origens humildes, seja ele um herói ou um fora-da-lei, irá torna-se num símbolo eterno de liberdade para o seu povo.

Crítica: Como qualquer outra pessoa, sempre ouvi muitas histórias sobre Robin Hood, e sendo um filme realizado por Ridley Scott não podia, obviamente, deixar de vê-lo. Não cheguei a visualizar a adaptação cinematográfica de 1991, realizada por Kevin Reynolds, com Kevin Costner no papel de protagonista e Alan Rickman como vilão e Xerife de Nottingham. Talvez visualize esta adaptação de 1991 em breve.

Em relação à adaptação de Ridley Scott, tenho muitas coisas boas a dizer, e algumas más. Quero começar por dizer que sempre fui um grande fã de Ridley Scott, acho que é um realizador excelente, e acho que as suas escolhas sempre foram as mais acertadas. No entanto o seu trabalho a desenvolver Robin Hood é bom, mas não é excelente.

O argumento do filme, é bem mais politico e mais complexo do que esperava… O que de certa forma é bom, pois temos um argumento em constante desenvolvimento durante todo o filme. O argumento deixo-me um pouco surpreso, sendo um pouco mais complexo do que esperava, como disse anteriormente, mas não em demasia. Para mim, o argumento é sem dúvida alguma, um dos pontos mais fortes do filme, deixando as portas abertas, a uma sequela, que com certeza será feita. No entanto, o argumento lembra pouco, o típico Robin Hood que todos conhecemos… Isto porque o filme conta as origens de Robin, antes de se tornar o príncipe dos ladrões, que tira aos ricos e dá aos pobres… Embora seja um argumento forte, pouco ou nada lembra o famoso Robin Hood. Com certeza que a sequela irá remediar esta situação.

Outro dos factores mais fortes do filme, é sem dúvida alguma, a caracterização dos cenários e das personagens. A reconstituição histórica, desde o guarda-roupa, aos cenários, ao som e à fotografia, atingem um grande nível de competência. A época encontra-se muito bem retratada neste filme, a própria maneira de falar das personagens, adequa-se perfeitamente. As paisagens são muito bonitas, e muito bem filmadas… Considero por isso mesmo, que todo o visual do filme é um dos seus pontos mais fortes.

Em relação às personagens e às interpretações… Obviamente que toda a atenção esta focalizada em Russell Crowe. Mas Russell Crowe não conseguiu dar absolutamente nada de novo a este filme, que não tenha já dado a filmes como Gladiator. Aliás este filme lembra em muito Gladiator, não só pelas características idênticas entre ambos, mas também pelo desenvolvimento que Russell Crowe dá à sua personagem (é um género de Gladiador de arco e flecha). Russell Crowe é um bom actor, é um actor competente e fiável, e é por isso mesmo que continua a ser um dos mais requisitados… Ridley Scott prefere apostar num actor como Russell Crowe e obter sempre resultados razoavelmente bons, do que apostar noutro tipo de actores, correndo o risco de obter maus resultados. Russell Crowe não é a imagem ideal para Robin Hood, é muito baixo, muito gordo e muito velho para encarar a personagem… E para mim, foi um erro terem escolhido este actor para desenrolar o papel. Em relação as restantes personagens, destaque para Cate Blanchett como Lady Marian, excelente interpretação, e o mesmo serve para Oscar Isaac que faz uma interpretação perfeita daquilo que conhecemos do rei João.

www.youtube.com/watch?v=KSqL9ygBCck

Robin Hood não é um filme mau… Pelo contrário, pois compre muito bem a sua função de blockbuster de entretenimento e que certamente irá agradar às massas. No entanto, apresenta Robin Longstride e não Robin Hood… Vamos esperar pela sequela que com certeza irá aparecer, para conhecermos o verdadeiro Robin Hood.

Título Original: Robin Hood (2010)
Realização: Ridley Scott
Argumento: Brian Helgeland, Ethan Reiff
Elenco: Russell Crowe, Cate Blanchett, Max von Sydow, Oscar Isaac, Mark Strong, William Hurt
Género: Acção, Aventura
Avaliação: 7,5/10

Crítica: Centurion (Centurião)

Quarta-feira, 1 de Setembro, 2010


Sinopse: Durante os anos do império de Adriano, Roma conseguiu vastos domínios que se estenderam do Oriente Médio, Norte da África, toda a Europa até Inglaterra e países vizinhos. Os chamados bárbaros do norte, no entanto mostraram resistência quanto ao domínio romano. Um dos homens do exército de Roma é capturado, mas consegue fugir. No caminho de sua fuga ele encontra um pelotão destacado para dar reforços naquela área conturbada e difícil de ser dominada. Os bárbaros do norte, não deixarão que Roma finque sua bandeira no solo Britânico sem dar luta.

Crítica: O filme começa por mostrar paisagens muito bonitas, e ao longo do filme, continuamos a ter essas paisagens presentes, que dão a todo o filme, um visual muito bonito e único, porque os locais são completamente diferentes dos locais em que geralmente os filmes sobre Roma são filmados. A caracterização das personagens também se encontra muito bem feita, principalmente os bárbaros, mas os soldados romanos também… estranho é que todas as personagens principais sejam muito bonitas, falo por exemplo da personagem Etain (Olga Kurylenko) e também da personagem Arianne (Imogen Poots), sendo que uma é a melhor guerreira do seu povo, e outra, uma bruxa que foi expulsa pelo seu próprio povo… Neste aspecto, talvez fosse preferível mostrar o estereótipo das guerreiras e bruxas feias, e muito masculinas. Em relação à bruxa, penso que mantinha a mesma descrição sobre a personagem, por razões óbvias, visto que o herói do filme, acaba por ”ficar” com ela no final, por isso, convém que a personagem seja bonita… no entanto, em relação à personagem Etain, com certeza que escolhia outra actriz para desempenhar o papel.

www.youtube.com/watch?v=KOZs2_i_cDE

Mas penso que isso já são pormenores que não influenciam substancialmente o filme… Depois temos uma história comum, neste tipo de filmes. Não é muito criativa, mas também não têm muitas falhas. A banda sonora é bastante aceitável, e proporciona ao filme, uma certa intensidade em alguns momentos. As actuações são razoavelmente boas, e as cenas de luta também. Acaba por ser um filme muito equilibrado… com algumas parecenças com filmes, como Gladiator e King Arthur, mas acaba por ter um estilo muito próprio também. Gostei bastante e como disse, é um filme muito equilibrado.

Título Original: Centurion (2010)
Realização: Neil Marshall
Argumento: Neil Marshall
Elenco: Michael Fassbender, Andreas Wisniewski, Olga Kurylenko, Dominic West, Imogen Poots, Ulrich Thomsen, Dave Legeno, Axelle Carolyn
Género: Acção, Aventura, Thriller
Avaliação: 7,0/10

Crítica: Lake Placid (O Lago)

Sexta-feira, 27 de Agosto, 2010


Sinopse:
Numa pequena localidade situada no Maine, o xerife Hank Keough (Brendan Gleeson) investiga uma inexplicável morte que sucedeu num lago… Ao achar um dente pré-histórico pertencente a um animal desconhecido ”agarrado” ao corpo, Hank resolve pedir ajuda a Jack Wells (Bill Pullman), um guarda florestal. De Nova York é também enviada uma paleontóloga, Kelly Scott (Bridget Fonda), para investigar o dente encontrado. Rapidamente se inicia uma investigação que os conduzirá a um perigoso assassino, com mais de 150 anos de idade, e com mais de 9 metros de tamanho.

Crítica: Revi este filme no outro dia, passou no canal hollywood senão me engano, e resolvi fazer uma pequena crítica sobre ele. É um filme de 1999, realizado por Steve Miner, que não teve muito destaque na altura que foi lançado, no entanto conta com algumas personalidades conhecidas, como Bill Pullman, Oliver Platt, Brendan Gleeson e Bridget Fonda que não são propriamente personalidades desconhecidas.

É um filme para ser visto com uma certa descontracção, pois não é o género de filme que conte uma grande história, ou que proporcione grandes sustos. Não sendo um filme humorístico também, tem algumas partes engraçadas… É por isso uma mistura, entre humor ligeiro, e o desenvolvimento de uma história minimamente interessante, que sabe cativar o espectador aos poucos… A história é revelada no decorrer de todo o filme, ao contrário de outros filmes do género, que percebemos a história toda nos primeiros cinco minutos… Este é sem dúvida alguma um dos factores positivos do filme. Os efeitos especiais não estão nada maus, e a banda sonora é simples mas faz o seu trabalho competentemente. É um filme cheio de clichés, que apresenta algumas falhas na história mas que também têm alguns pontos positivos… acaba por ser bastante razoável.

www.youtube.com/watch?v=qqK07DFav8k

Depois de fazer uma pequena procura sobre o filme no google, vi que fizeram mais duas sequelas do filme… Pelo trailer, tanto Lake Placid 2, como Lake Placid 3 são uma verdadeira ofereça ao primeiro filme, que embora não seja excelente, esforça-se para o ser.

Título Original: Lake Placid (1999)
Realização: Steve Miner
Argumento: David E. Kelley
Elenco: Bill Pullman, Oliver Platt, Brendan Gleeson e Bridget Fonda
Género: Acção, Humor, Suspense
Avaliação: 6,0/10

Notícia: Blake Lively ou Scarlett Johansson em Gravity!

Quarta-feira, 11 de Agosto, 2010


A luta é renhida… Blake Lively e Scarlett Johansson estão a lutar ferozmente pelo papel principal em Gravity… O thriller têm como realizadores, Alfonso Cuarón e Jonas Cuarón, e conta a história de astronautas que trabalham no telescópio Hubble até serem atingidos por uma avalanche de lixo espacial. Uma astronauta sobrevive e vai precisar de lutar com todas as suas forças, para regressa à terra e reencontrar sua filha.

Inicialmente o papel principal foi atribuido a Angelina Jolie, que depois desistiu do papel. Entre estas duas beldades, quem irá ganhar? A nível de beleza, estão empatadas!

Crítica: From Dusk Till Dawn (Aberto Até de Madrugada)

Sexta-feira, 6 de Agosto, 2010


Sinopse: Os irmãos Gecko, dois dos criminosos mais perigosos da América, são perseguidos pela polícia por terem assaltado um banco e terem feito diversos mortos durante a fuga. Seth Gecko (George Clooney) e Richard Gecko (Quentin Tarantino) querem fugir para o México, e para conseguirem passar mais facilmente pela fronteira, sem levantar grandes suspeitas, resolvem raptar uma família, e utiliza-la como disfarce. A ideia é passarem a fronteira e dirigirem-se para um bar, onde deverão esperar a chegada de alguns ”companheiros” do crime. No entanto, depois de chegaram ao bar, descobrem que vampiros dominam a área, e que têm de lutar para sobreviver.

Crítica: Já tinha ouvido falar muito deste filme… É um filme antigo, mas nunca o tinha visualizado, no entanto, como já disse anteriormente, já tinha ouvido falar muito dele e resolvi, finalmente visualiza-lo. Sabia mais ou menos o que me esperava, tinham-me falado que era um género de trash movie, mas à maneira de Tarantino e Robert Rodriguez… Não sendo fã de trash movies, mas sendo fã de algumas obras de Tarantino e Robert Rodriguez, não podia deixar de vê-lo.

A primeira hora do filme, a meu ver é magnifica… A parte do ”Trash Movie” que falei à pouco só começa depois dessa primeira hora. Na primeira parte, temos um filme mais ”Road Movie”, com duas personagens (Seth Gecko e Richard Gecko) muito peculiares. George Clooney e Quentin Tarantino dão vida a estas personagens, e o papel encaixa em ambos, que nem uma luva, é incrível mesmo. Tarantino para além de um excelente realizador é um actor de se lhe tirar o chapéu. A história nesta primeira parte faz muito sentido, e a meu ver, também é muito empolgante. Dois criminosos em fuga, um deles (Richard Gecko) completamente louco, e outro um pouco mais racional (Seth Gecko) que ”aprontam” em todos os sítios por onde passam. É uma boa introdução ao filme, talvez um pouco lenta e sem sentido para quem vai ver um ”Trash Movie”, aliás, eu fiquei ali a primeira hora a perguntar-te onde raio é que está o ”Trash”…

Passado a primeira hora, ouve um salto, o normal passou para bizarro, pois foi nessa altura que os vampiros apareceram… Provavelmente este salto, foi propositado, mesmo para dar um choque e levantar os espectadores que até aquele momento estavam enteados (que não foi de todo o meu caso). A partir deste momento até ao final, o ”Trash Movie” aparece, e vimos cabeças, braços e outros membros a saltarem. É como se a primeira hora do filme, e os restantes minutos até ao final, pertencessem a dois filmes diferentes… O objectivo do filme, foi sem dúvida alguma, surpreender e animar, através de um ”Trash Movie” propositado, sem grandes efeitos especiais, que conseguem divertir o espectador. De certa forma, foi também um critica ao próprio estilo.

Adorei a primeira parte do filme, uma parte sólida, com boas interpretações e uma boa história, e gostei também da segunda, que me apanhou de surpresa, mas que me forneceu alguns momentos divertidos (afinal de contas, o cinema é uma arte de entretenimento) e este filme, é nada mais, nada menus, que puro entretenimento.

É diferente, mas bom… Para quem não conhece o estilo de Tarantino e Robert Rodriguez e não gosta de ”Trash Movies” ou não vai à espera de ver um, é provável que ache a segunda parte do filme ”medíocre” mas à que encarar, e perceber qual o objectivo do filme. Foi sem dúvida alguma, um dos filmes dos anos 90, que modificou algumas mentalidades… e mostrou a tudo e todos o que pode ser diferente, mas bom. E falando em bom, quem já viu o filme, o que achou da dança de Salma Hayek? Magnifica não?

Crítica: Alien (Quadrilogia)

Quinta-feira, 5 de Agosto, 2010


Todos conhecem os clássicos que imortalizaram Sigourney Weaver (falo obviamente da saga Alien). O primeiro filme da saga, é uma referência do género. Pelo culto criado e impacto cultural, deu origem a mais três sequelas, razoavelmente bem sucedidas. Sou grande fã da saga Alien, assim como sou da saga Predator, ambas fascinam-me imenso e por isso mesmo, resolvi rever os quatro filmes da saga Alien e pretendo fazer aqui no ”Fora de Cena”, uma pequena crítica a cada um dos filmes. Não me vou ”esticar” muito nas críticas que vou a fazer aos quatro filmes, irei deixar apenas uma leve e breve opinião sobre cada um.

Alien (1979): Quando a tripulação da nave espacial Nostromo investiga uma misteriosa transmissão espacial, vê-se obrigada a aterrar num planeta desconhecido, onde encontram uma forma de vida que utiliza humanos como hospedeiros para se poderem desenvolver. Agora, a tripulação tem de combater não só pela sua sobrevivência mas também pela sobrevivência de toda a humanidade.

O melhor filme da saga… O filme cria na perfeição uma ambiente de tenção, terror, e mistério, que com certeza deixa a maioria dos espectadores colados ao ecrã. Vi pela primeira vez Alien, em 2001 (Tinha na altura 12 anos) e já nessa altura sabia do que gostava a nível cinematográfico, no entanto desconhecia grandes clássico como Alien… Se bem me lembro, o filme passou na RTP1 (sessão da noite obviamente), estava eu sentando no escuro, pronto para ver mais um filme de terror que nada poderia acrescentar de bom, ao meu intelecto cinematográfico, mas na verdade, mal sabia eu, que estaria a visualizar uma das maiores obras primas feitas até hoje.

Aliens (1986): Nesta sequela de Alien, Sigourney Weaver regressa como Ripley, a única sobrevivente do primeiro encontro com o mortífero Alien. O seu relato sobre o Alien e o destino da sua tripulação são encarados com cepticismo – até ao misterioso desaparecimento de colonos em LV-426. Ripley é enviada para o planeta com um esquadrão de marines para investigar os desaparecimentos.

Sete Anos após a estreia do filme original, chega a sequela, pelas mãos de James Cameron. Uma versão de Alien um pouco diferente, com menos mistérios, mas com mais acção… O filme segue as bases do original, mas a mística é diferente. Na minha modesta opinião, é um grande filme também, mas não consegue competir com o primeiro… Filme competente e interessante, que também deixa a sua marca bem vincada.

Alien 3 (1992): Sigourney Weaver, nomeada três vezes para o “Óscar”, regressa na figura da Tenente Ellen Ripley, depois de ter sido a única sobrevivente da luta mortal com um extraterrestre em “Alien – O 8º Passageiro”, e a vencedora de uma épica batalha com a Rainha Alien em “Alien – O reencontro Final”. Agora, Ripley aterra em Florina 161, na colónia penal unicamente habitada por prisioneiros masculinos… e aí enfrenta um mortífero visitante que inconscientemente trouxe consigo.

Esperava muito de Alien 3, e fiquei muito desiludido quando vi o filme. É um filme com uma história mais simples, menos criativa e menos ”sensata”… As personagens no geral, são bastante levianas, que correspondem a vários estereótipos… Algo que não foi de todo visualizado nos dois filmes anteriores da saga… É pena, porque o filme com mais algum trabalho, poderia ter igualado a qualidade do segundo filme com facilidade.

Alien Resurrection (1997): A heroína Ripley ressuscita 200 anos depois dos últimos acontecimentos em Alien 3, através de um processo de clonagem. Finalmente, conseguem libertar Ripley da rainha alien, mas o DNA de uma e de outra misturam-se e a personagem desempenhada por Sigourney Weaver ganha características de alien. Entretanto, uma nova raça de aliens é criada e torna-se mortal e incontrolável. Cabe a Ripley, e a um grupo de piratas do espaço, salvar mais uma vez a Terra.

O pior filme da saga. Esta saga, embora seja uma das maiores sagas feitas até hoje, veio a descer de qualidade, filme após filme… Alien Resurrection vêm finalizar uma saga explorada até à exaustão. O quarto filme da saga, não apresenta grandes novidades, nem a nível de história, nem a nível de personagens… é fraco em todos os níveis, e só consegue ser melhor, no que toca a efeitos especiais, e mesmo assim, a diferença para os anteriores não é assim tão elevada. Alien 3 foi uma desilusão, Alien Resurrection foi uma desilusão ainda maior. Podiam ter finalizado a saga em grande, em vez disso trouxeram-nos aliens a nadar mariposa, e um novo tipo de Alien que mais parece um cão. Triste final para uma das maiores sagas feitas até hoje.

Crítica: Devil’s Pond (Nas Mãos do Inimigo)

Domingo, 25 de Julho, 2010


Sinopse: O que começa por ser uma romântica lua-de-mel numa pequena ilha deserta, no meio de um lago rodeado de florestas, transforma-se num horrível pesadelo para Julianne (Tara Reid), quando o seu novo marido (Kip Pardue), começa a agir de forma muito estranha. Encurralada na ilha, sem saber nadar, sem meios para poder regressar a casa, e com um marido completamente obsessivo, que poderá Julianne fazer?

Crítica: Filme de baixo orçamento. Muito baixo provavelmente, e com orçamentos baixos é difícil fazer-se bons filmes (mas não é impossível)… O cinema de hollywood apresenta uma elevadíssima qualidade actualmente, pois na maioria dos casos, os filmes são feitos com grandes orçamentos, que possibilitam a contratação de bons realizadores, bons actores, e por ai adiante. Óbvio que existem bons filmes de baixo orçamento, mas se filmes como ”The Hurt Locker” por exemplo, são considerados de baixo orçamento, filmes como ”Devil’s Pond” são filmes de micro orçamento, no máximo… Pessoalmente sou grande apreciador de filmes de baixo orçamento, e acredito que não é preciso muito dinheiro para fazer bons filmes!

Em relação ao filme propriamente dito, centra-se apenas em duas personagens, e praticamente não aparece mais ninguém durante todo o filme. Ambos os actores representam os seus papéis relativamente bem… Kip Pardue consegue passar muito bem aquele sentimento de obsessão, já Tara poderia parecer um pouco mais assustada em algumas ocasiões iniciais, mas acho que se safa bem também. Não é propriamente um filme de terror, mas sim um thriller psicológico, que acaba por não incutir medo a ninguém (a menos que estejamos a falar de crianças com menos de dez anos)… Mas o objectivo do filme também não é criar sustos, mas sim sentimentos de drama e suspense. A nível de banda sonora, também está aplicada razoavelmente bem… e a história é minimamente coesa e interessante. Devil’s Pond, não é uma obra prima, mas para o orçamento com que deve ter sido realizado, penso que o resultado final, tenha sido um filme bastante razoável.

www.youtube.com/watch?v=bk-ACWLZ6Ew

Título Original: Devil’s Pond (2003)
Realização: Joel Viertel
Argumento: Mora Stephens, Alek Lev
Elenco: Kip Pardue, Tara Reid, Meredith Baxter, Dan Gunther, Guy Graves
Género: Drama, Thriller
Avaliação: 6,0/10

Notícia: Trailer do filme ”Stone” Lançado!

Quinta-feira, 22 de Julho, 2010


Foi lançado hoje na internet o primeiro trailer oficial de Stone, um filme que junta no elenco nomes como Robert DeNiro, Edward Norton, Milla Jovovich e Frances Conroy. Stone foi realizado por John Curran e tem estreia marcada para dia 8 de Outubro (nos cinemas americanos). Para perceberem melhor do que trata o filme, nada melhor que visualizarem o trailer.

www.youtube.com/watch?v=ZU3aX6nE5yc

Notícia: Teaser Trailer de ”Faster” Lançado!

Quinta-feira, 22 de Julho, 2010


O primeiro trailer de ”Faster” chegou à internet. Filme realizado por George Tillman Jr, que conta com Dwayne Johnson no papel principal. Dwayne Johnson interpreta um ex-recluso que decide vingar a morte do seu irmão, e está disposto a tudo para conseguir a sua vingança. O filme têm estreia marcada para 2011, e conta também com actores como Tom Berenger, Carla Gugino, Micaela Johnson, Jennifer Carpenter, Maggie Grace, Billy Bob Thornton, Adewale Akinnuoye-Agbaje e Courtney Gains, no elenco.

www.youtube.com/watch?v=H-HFT31SKVM

Notícia: Heath Ledger não terá substituto como “Joker” em Batman 3!

Domingo, 18 de Julho, 2010


Christopher Nolan garantiu que o vilão “Joker” não entrará no terceiro filme da série “Batman”, ao dizer à Sky Movies: “(Para mim, o Heath foi o Joker por excelência. Não seria apropriado refazer a personagem)”. O segundo filme ficou marcado com a morte do «Joker» Heath Ledger antes da estreia devido a uma overdose de medicamentos. O terceiro filme da Saga “Batman” está previsto para 2012, e ainda ninguém sabe qual vai ser o próximo vilão que o herói morcego terá de enfrentar.